Toda vez é o mesmo papo,

“coração de pedra”

que não reconhece quem te ama.

Não enxerga quem te quer!

Daria certo se fosse mais de uma vez,

não daria certo se fosse sempre.

Eu fiz o meu melhor por você,

você despertou o melhor em mim.

Hoje eu sou vista como a grossa,

por hora insensível,

por vezes rude,

tem dias que pragmática,

momentos que sou fria,

mas sempre definida como menino.

Um menino estranho,

que sonha com o principe,

que beija os sapos,

que ama os errados,

que clama por escolhidos,

que pede perfeitos,

que agradece os defeitos,

e que se cansa de procurar.

O coração de pedra também ama,

também busca,

também quer.

Mas ninguém desperta, 

ninguém me tira do transe,

nem tampouco consegue fazer cócegas.

Quando eu quero, eu consigo.

Quando buscam, não acontece.

É confuso,

é uma oração,

uma prece, 

um devaneio,

mas é que sempre tem algo no meio,

do caminho, da estrada.

E no meu caso, sempre tem uma pedra!

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